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	<title>Manoel Lemos .com</title>
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	<description>Meu pequeno canto na Internet</description>
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		<title>BizTech : Negócios e Tecnologia na Revista INFO</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 21:39:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mlemos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No meio do ano passado recebi um convite que me deixou muito feliz, lisonjeado e um pouco apreensivo. O convite veio da Katia Militello, editora chefe da revista INFO. Era para escrever uma coluna mensal na INFO. Eu poderia escolher o tema e o nome da coluna. UAU!!! Na hora me lembrei de quando tinha...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No meio do ano passado recebi um convite que me deixou muito feliz, lisonjeado e um pouco apreensivo. O convite veio da <a title="Kátia Militello no site da INFO." href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/tags/katia_militello1.shtml">Katia Militello</a>, editora chefe da revista <a title="Site da INFO." href="http://info.abril.com.br">INFO</a>. Era para escrever uma coluna mensal na INFO. Eu poderia escolher o tema e o nome da coluna. UAU!!! Na hora me lembrei de quando tinha apenas 12 anos, lá em Araguari, e pegava o suplemento sobre informática que vinha na revista <a title="Portal da revista Exame." href="http://exame.com">EXAME</a> no frigorífico de meu avó. O suplemento se chamava <a title="Conheça a história da Revista INFO na Wikipédia!" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revista_Info">Exame Informática</a> e foi ele quem deu origem à INFO. Eu devorava a revista toda sonhando em ter, algum dia, um daqueles computadores que apareciam nos anúncios.</p>
<p>Achei que era muita responsabilidade. Não tenho o costume de escrever (muito menos a formação para tal) e achei que seria arriscado assumir a responsabilidade de encontrar assuntos legais para os leitores da INFO todos os meses. Mas como um bom mineiro, adoro conversar e contar histórias. E resolvi aceitar o desafio e trazer para os leitores dois temas que adoro e que são parte fundamental de minha vida pessoal e profissional: a mistura dos negócios com a tecnologia. Foi assim que nasceu a coluna <a title="Fan page da coluna BizTech de Manoel Lemos no Facebook." href="https://www.facebook.com/biztech.by.mlemos">BizTech</a> (graças ao empurrãozinho de uma jovem e talentosa jornalista que foi minha aluna no <a title="Curso Abril de Jornalismo" href="http://cursoabril.com.br">Curso Abril de Jornalismo</a> &#8211; valeu <a title="Aline Monteiro no Twitter." href="http://twitter.com/#!/_alinemonteiro">Aline</a>!).</p>
<p>Como o nome já diz, a coluna trata dos temas negócios e tecnologia e aborda tópicos que encaro em meu dia-a-dia e que acredito que estão moldando o mundo em que vivemos. Ela sai mensalmente na revista INFO e depois é <a title="Todos artigos de Manoel Lemos no site da INFO." href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/tags/manoel_lemos1.shtml">publicada no site da INFO</a>.</p>
<p>Também aproveitei para criar uma <a title="Fan page da coluna BizTech de Manoel Lemos no Facebook." href="https://www.facebook.com/biztech.by.mlemos">fan page da coluna BizTech no Facebook</a> como um canal para me comunicar com os leitores. Porém, infelizmente, não tenho tido muito tempo para me dedicar a atualizar a página (como também acontece com este blog), mas sempre que alguém aparece por lá com críticas, sugestões ou apenas querendo conversar, eu dou um jeito de responder e interagir.</p>
<p>Enquanto a edição de fevereiro está sendo preparada na gráfica, aproveite aqui a coluna da <a title="Revista INFO : Edição de Janeiro de 2012" href="http://info.abril.com.br/edicoes/312/index.shtml">edição de janeiro</a> (que ainda está nas bancas)!</p>
<p>Um abraço e até a próxima!</p>
<p><a href="http://manoellemos.com/2012/01/28/biztech-negocios-e-tecnologia-na-revista-info/info-janeiro2012-biztech/" rel="attachment wp-att-685"><img class="alignnone size-medium wp-image-685" title="BizTech na INFO - Edição Janeiro de 2012" src="http://lemos1.manoellemos.com/wp-content/uploads/2012/01/info-janeiro2012-biztech-700x923.png" alt="" width="700" height="923" /></a></p>
<br />
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<br />
]]></content:encoded>
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		<title>Festival of Media LatAm 2011 &#8211; Digital Migration</title>
		<link>http://manoellemos.com/2011/10/18/festival-of-media-latam-2011-digital-migration-perspectives-from-a-publisher/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 11:23:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mlemos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Festival of Media LatAm 2011 &#8211; Digital Migration &#8211; Perspectives from a Publisher Nos dias 12 a 14 de Outubro, aconteceu em Miami mais uma edição do Festival of Media LatAm, um fórum anual regional para o intercâmbio da comunidade de mídia e do marketing dentro da América Latina. Na edição deste ano fui convidado...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Festival of Media LatAm 2011 &#8211; Digital Migration &#8211; Perspectives from a Publisher</h2>
<p>Nos dias 12 a 14 de Outubro, aconteceu em Miami mais uma edição do <a title="Festival of Media LatAm 2011" href="http://www.festivalofmedia.com/latam/">Festival of Media LatAm</a>, um fórum anual regional para o intercâmbio da comunidade de mídia e do marketing dentro da América Latina. Na edição deste ano fui convidado para representar a <a title="Abril Mídia" href="http://www.grupoabril.com.br/institucional/editora-abril.shtml">Abril Mídia</a> e participar da sessão sobre &#8220;A Evolução da Mídia&#8221; abordando o tema da &#8220;Mudança da Mídia&#8221;. Em minha apresentação falei basicamente de alguns aspectos chaves para entender o desafio da migração do mundo tradicional para o mundo digital com base na experiência que estamos tendo na Abril. Dentro os temas abordados, destaco o surgimento da &#8220;User Experience&#8221; como uma nova moeda para o usuário, da necessidade das empresas de mídia se tornarem empresas de tecnologia, da enorme complexidade que este novo mundo trás para os negócios e da necessidade primordial de se investir em pessoas.</p>
<p>Você pode ver a apresentação aqui (abaixo) no blog ou no <a title="Apresentações de Manoel Lemos no SlideShare" href="http://www.slideshare.net/mlemos/presentations">SlideShare</a> (onde também é possível fazer o download da mesma).</p>
<div id="__ss_9730974" style="width: 700px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="Perspectives from a Publisher - Digital Migration: the good, the bad &amp; the new" href="http://www.slideshare.net/mlemos/perspectives-from-a-publisher-digital-migration-the-good-the-bad-the-new" target="_blank">Perspectives from a Publisher &#8211; Digital Migration: the good, the bad &amp; the new</a></strong> <iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/9730974" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" width="700" height="584"></iframe></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/" target="_blank">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/mlemos" target="_blank">Manoel Lemos</a></div>
</div>
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		<title>Steve Jobs &#8211; 1955-2011</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 14:47:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mlemos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Thanks! E aqui uma galeria com vários produtos da Apple criados por Steve Jobs e Steve Wozniak: [imagebrowser id=1]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Thanks!</h1>
<p>E aqui uma galeria com vários produtos da Apple criados por Steve Jobs e Steve Wozniak:</p>
<p>[imagebrowser id=1]
]]></content:encoded>
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		<title>Info@Trends 2011 &#8211; 3 T&#8217;s Deste Louco Mundo Digital</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 01:33:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mlemos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um post bem rápido (e depois de muito-muito tempo, hehe) para disponibilizar a apresentação que fiz na segunda edição do Info@Trends. O Info@Trends é um evento geek organizado pela Revista INFO e que, na sua segunda edição que aconteceu semana passada, trouxe uma super seleção de palestrantes e painelistas para falar sobre vários assuntos ligados...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um post bem rápido (e depois de muito-muito tempo, hehe) para disponibilizar a apresentação que fiz na segunda edição do <a title="Info@Trends" href="http://info.abril.com.br/infotrends/programacao.php">Info@Trends</a>. O Info@Trends é um evento geek organizado pela <a title="Site da INFO" href="http://info.abril.com.br">Revista INFO</a> e que, na sua segunda edição que aconteceu semana passada, trouxe uma super seleção de palestrantes e painelistas para falar sobre vários assuntos ligados ao mundo digital. Entre os palestrantes tivemos ninguém menos que <a title="Julian Assange" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Julian_Assange">Julian Assange</a> do <a title="WikiLeaks" href="http://wikileaks.org/">WikiLeaks</a> (via video-conferência) e <a title="Arianna Huffington" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Arianna_Huffington">Arianna Huffington</a> do <a title="The Huffington Post" href="http://www.huffingtonpost.com/">The Huffington Post</a>. Eu tive o prazer de fazer parte desta lista de palestrantes e preparei uma palestra sobre alguns tendências (Trends), armadilhas (Threats) e dicas (Tricks) para este louco mundo digital. Daí o título da palestra: 3T&#8217;s Deste Louco Mundo Digital.</p>
<p>Você pode ver o <a title="Trends, Tricks e Threats para o Mundo Digital - por Manoel Lemos" href="http://info.abril.com.br/tvinfo/especiais/trends-tricks-threats-mundo-digital-2c9f94b63220958501322b920ad80e88.shtml">vídeo da palestra na íntegra</a> através do site da INFO e a apresentação está disponível no Prezi.</p>
<p>Ou você pode ver ambos aqui no post mesmo.</p>
<p>Enjoy!</p>
<div class="prezi-player"><object id="prezi_phcgtgtgqtqq" width="700" height="400" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="flashvars" value="prezi_id=phcgtgtgqtqq&amp;lock_to_path=1&amp;color=ffffff&amp;autoplay=no&amp;autohide_ctrls=0" /><param name="src" value="http://prezi.com/bin/preziloader.swf" /><embed id="prezi_phcgtgtgqtqq" width="700" height="400" type="application/x-shockwave-flash" src="http://prezi.com/bin/preziloader.swf" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" flashvars="prezi_id=phcgtgtgqtqq&amp;lock_to_path=1&amp;color=ffffff&amp;autoplay=no&amp;autohide_ctrls=0" /></object></p>
<div class="prezi-player-links"><a title="Apresentação que fiz no Info@Trends 2011 falando de tendências, ameças e truques para entender e se dar bem neste louco mundo digital." href="http://prezi.com/phcgtgtgqtqq/3ts-deste-louco-mundo-digital-trends-tricks-threats-infotrends-2011/">3T&#8217;s deste Louco Mundo Digital : Trends, Tricks &amp; Threats (Info@Trends 2011)</a> on <a href="http://prezi.com">Prezi</a></div>
</div>
<p></p>
<p><iframe src="http://videos.abril.com.br/info/id/2c9f94b63220958501322b920ad80e88" width="700" height="474"></iframe></p>
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		<title>Sofrendo com Imagens Gigantescas</title>
		<link>http://manoellemos.com/2010/09/16/sofrendo-com-imagens-gigantescas/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Sep 2010 03:06:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mlemos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já tentou manipular uma imagem de 400 mega pixels? Não? Sorte sua...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, a idéia ainda é escrever um post com os resultados de minhas experiências com a visualização de padrões de &#8216;interconexão&#8217; (links) de páginas de alguns sites conhecidos da web. Porém tenho apanhado tanto com as imagens gigantescas que estou gerando que resolvi subir uma pequena evidência destes percalços.</p>
<p>Neste &#8216;screenshot&#8217; vemos o PhotoShop reclamando de falta de memória para realizar a simples tarefa de converter um JPG em um JPG com um pouco menos de qualidade. Bom, não era um JPG qualquer, mas uma imagem de <strong>20.000 x 20.000 pixels</strong>. Isto mesmo, <strong>400 Mega Pixels</strong> e cerca de <strong>645MBytes</strong>.</p>
<p>O post da idéia original virá um pouco mais tarde quando sobrar um pouco de tempo para escrever algo mais decente. Até lá, sigo apanhando e me divertindo com estas imagens gigantes e super interessantes.</p>
<p>PS:. Se você conhece alguma ferramenta para Mac capaz de visualizar e/ou manipular de maneira bem eficiente imagens gigantescas, por favor envie um comentário com suas dicas.</p>
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		<title>Integrando o Zapt.In com o Twitter</title>
		<link>http://manoellemos.com/2009/11/29/integrando-o-zapt-in-com-o-twitter/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 13:49:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mlemos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Integre o Zapt.In com sua conta do Twitter e compartilhe seus links encurtados mais facilmente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das funcionalidades mais desejadas para o <a href="http://zatp.in">Zapt.In</a> é uma integração maior com o <a href="http://twitter.com">Twitter</a>. Claro que isto pode significar muitas coisas, mas para nós, estamos pensando em três categorias de integrações: a) integração com clientes do Twitter para que pessoas usando aplicativos como <a href="http://iconfactory.com/software/twitterrific">Twitterrifc</a>, <a href="http://www.atebits.com/tweetie-iphone/">Tweetie</a>, <a href="http://echofon.com/">Echofon</a> e outros possam utilizar o Zapt.In diretamente destes aplicativos; b) integração do site do Zapt.In com o Twitter para que seja mais simples compartilhar links do Zapt.In através do Twitter (como faz o <a href="http://bit.ly">Bit.Ly</a>); e c) integração com o Twitter para monitorar quais os links mais tuitados e re-tuitados pelos usuários (como faz o <a href="http://migre.me">Migre.Me</a>).</p>
<p>Estou correndo para garantir que estas três categorias de integrações aconteçam, mas infelizmente, não tenho como fazê-las ao mesmo tempo e, no caso da integração com aplicativos, não tenho poder para fazê-la sozinho (preciso da colaboração dos seus respectivos desenvolvedores).</p>
<p>Mas o legal é que a integração do site do Zapt.In com o Twitter já foi concluída e está disponível para você. Ela utiliza a tecnologia <a href="http://oauth.net/">OAuth</a> (veja também a <a href="http://apiwiki.twitter.com/OAuth-FAQ">FAQ do Twitter sobre OAuth</a>) e permite que você associe sua conta do Twitter a sua conta do Zapt.In, sem ter que fornecer seu login e senha do Twitter. OAuth é uma das maneiras mais seguras de integração de serviços na rede.</p>
<p>Bom, mas chega de &#8220;bla-bla-bla&#8221; e vamos ao que interessa: integrar sua conta do Zapt.In com o seu Twitter:</p>
<h2>1. Encurte um LINK através do Zapt.In</h2>
<p>Basta digitar uma URL ou usar nosso Bookmarklet.</p>
<p><a title="View 'Zapt.In integrado com o Twitter' on Flickr.com" href="http://www.flickr.com/photos/37022807@N00/4143973896"><img style="float: none;" src="http://farm3.static.flickr.com/2485/4143973896_1701de75c2.jpg" alt="Zapt.In integrado com o Twitter" width="500" height="109" border="0" /></a></p>
<h2>2. Clique no botão &#8220;Compartilhar&#8221;</h2>
<p>Para compartilhar um link pelo Twitter, basta clicar no botão &#8220;<strong>Compartilhar</strong>&#8221; de qualquer link que você vir no Zapt.in.</p>
<p>Se você ainda não tiver associado sua conta do Zapt.In à sua conta do Twitter, você verá a seguinte mensagem:</p>
<p><a title="View 'Zapt.In integrado com o Twitter' on Flickr.com" href="http://www.flickr.com/photos/37022807@N00/4143973820"><img style="float: none;" src="http://farm3.static.flickr.com/2492/4143973820_6ccaaaf8d9.jpg" alt="Zapt.In integrado com o Twitter" width="500" height="146" border="0" /></a></p>
<p>Clicando no link indicado, você será redirecionado para uma página do Twitter, onde poderá autorizar o Zapt.In a usá-lo em seu nome, de maneira segura.</p>
<h2>3. Autorizando o Zapt.In a se conectar ao seu Twitter</h2>
<p>Ao clicar no link, você será redirecionado para uma página do Twitter, onde você será questionado se deseja autorizar a associação da sua conta ao Zapt.In ou não. Clique no botão &#8220;<strong>Allow</strong>&#8221; (Permitir).</p>
<p><a title="View 'Zapt.In integrado com o Twitter' on Flickr.com" href="http://www.flickr.com/photos/37022807@N00/4143973766"><img style="float: none;" src="http://farm3.static.flickr.com/2672/4143973766_f076bb227a.jpg" alt="Zapt.In integrado com o Twitter" width="500" height="216" border="0" /></a></p>
<p>Verifique se a conta que você está associando ao Zapt.In é realmente a conta que você deseja autorizar. Se não for, clique na opção &#8220;<strong>Sign out</strong>&#8221; (Sair) e siga as instruções.</p>
<h2>4. Pronto, agora é só compartilhar seus links</h2>
<p>Quando você autorizar o Zapt.In a utilizar sua conta do Twitter, você será redirecionado de volta ao Zapt.In e estará pronto para compartilhar seus links diretamente, a partir do site do Zapt.In.</p>
<p>Quando sua conta estiver autorizada, ao clicar no botão &#8220;<strong>Compartilhar</strong>&#8220;, surgirá um pequeno formulário para escrever sua mensagem (tweet) e enviá-la através do Twitter.</p>
<p><a title="View 'Zapt.In integrado com o Twitter' on Flickr.com" href="http://www.flickr.com/photos/37022807@N00/4143214027"><img style="float: none;" src="http://farm3.static.flickr.com/2745/4143214027_edf07157d0.jpg" alt="Zapt.In integrado com o Twitter" width="500" height="181" border="0" /></a></p>
<p>Para sua comodidade, o link curto já estará dentro do campo da mensagem, mas você poderá customizá-la como quiser. Observe que existe um contador de quantos caracteres  ainda restam (lembrando que o máximo permitido pelo Twitter são 140 caracteres).</p>
<p><a title="View 'Zapt.In integrado com o Twitter' on Flickr.com" href="http://www.flickr.com/photos/37022807@N00/4143213959"><img style="float: none;" src="http://farm3.static.flickr.com/2646/4143213959_31fed82b22.jpg" alt="Zapt.In integrado com o Twitter" width="500" height="181" border="0" /></a></p>
<p>Com sua mensagem devidamente preparada, basta clicar no botão &#8220;<strong>Enviar Tweet</strong>&#8220;, que o tweet será enviado em seu nome. Veja um exemplo de como ficará a mensagem enviada através do Zapt.In:</p>
<p><a title="View 'Zapt.In integrado com o Twitter' on Flickr.com" href="http://www.flickr.com/photos/37022807@N00/4143973556"><img style="float: none;" src="http://farm3.static.flickr.com/2803/4143973556_36fb6dd307_o.png" alt="Zapt.In integrado com o Twitter" width="425" height="265" border="0" /></a></p>
<p>É isto, boas tuitadas!!!</p>
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		<title>Configurando o Zapt.In no Tweetie para iPhone</title>
		<link>http://manoellemos.com/2009/11/26/configurando-o-zapt-in-no-tweetie-para-iphone/</link>
		<comments>http://manoellemos.com/2009/11/26/configurando-o-zapt-in-no-tweetie-para-iphone/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 19:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mlemos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aprenda a configurar o Tweetie do iPhone para usar o Zapt.In como encurtador padrão de URLs.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, no último post falei de um novo projeto que coloquei no ar, o <a href="http://manoellemos.com/2009/11/23/zapt-in-entendendo-e-brincando-com-os-encurtadores-de-url/">Zapt.In, um encurtador de URLs brazuca</a> (sim, mais um, hehe). E nos últimos dias liberei algumas novas funcionalidades no Zapt.In. A mais interessante delas é a versão inicial da <a href="http://zapt.in/pages/api">API de Desenvolvimento do Zapt.In</a>. Mas o tema deste post não é a API, mas sim como colocar o <a href="http://zapt.in">Zapt.In</a> para funcionar no <a href="http://www.atebits.com/tweetie-iphone/">Tweetie</a>, um dos melhores clientes do <a href="http://twitter.com">Twitter</a> para <a href="http://www.apple.com/iphone/">iPhone</a>.</p>
<p>Bom, mas chega de bla bla bla e vamos ao que interessa&#8230;</p>
<h2>1. Conseguindo sua Chave da API do Zapt.In</h2>
<p>Para utilizar a API do Zapt.In, você precisa pegar sua chave da API. Para isto faça seu login no Zapt.In e clique na opção &#8220;<strong>Perfil</strong>&#8221; do menu de usuário. Na página com informações de seu perfil você verá sua Chave da API.</p>
<p><a title="View 'Zapt.In : Menu do Usuário' on Flickr.com" href="http://www.flickr.com/photos/37022807@N00/4134440155"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2784/4134440155_6633ff7e8d_o.png" alt="Zapt.In : Menu do Usuário" width="368" height="47" border="0" /></a></p>
<p><a title="View 'Zapt.In : Chave da API' on Flickr.com" href="http://www.flickr.com/photos/37022807@N00/4134440069"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2632/4134440069_52c9ba0bff_o.png" alt="Zapt.In : Chave da API" width="516" height="232" border="0" /></a></p>
<h2>2. Agora abra o Tweetie em seu iPhone</h2>
<p>Teta, basta clicar no ícone do Tweetie em seu springboard:</p>
<p><a title="View 'Zapt.In no Tweetie do iPhone' on Flickr.com" href="http://www.flickr.com/photos/37022807@N00/4136853680"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2725/4136853680_3017a1393a_o.png" alt="Zapt.In no Tweetie do iPhone" width="320" height="480" border="0" /></a></p>
<h2>3. Configure o Tweetie para usar o Zapt.In</h2>
<p>Na tela inicial do Tweetie (para escolhar qual conta você vai usar), clique no botão &#8220;<strong>Settings</strong>&#8221; (configurações):</p>
<p><a title="View 'Zapt.In no Tweetie do iPhone' on Flickr.com" href="http://www.flickr.com/photos/37022807@N00/4136853624"><img style="float: none;" src="http://farm3.static.flickr.com/2788/4136853624_e1a7ca4846_o.png" alt="Zapt.In no Tweetie do iPhone" width="320" height="480" border="0" /></a></p>
<p>Depois clique na opção &#8220;<strong>URL Shortening</strong>&#8221; (encurtamento de URLs):</p>
<p><a title="View 'Zapt.In no Tweetie do iPhone' on Flickr.com" href="http://www.flickr.com/photos/37022807@N00/4136853586"><img style="float: none;" src="http://farm3.static.flickr.com/2507/4136853586_ebee726a44_o.png" alt="Zapt.In no Tweetie do iPhone" width="320" height="480" border="0" /></a></p>
<p>Depois escolha a opção &#8220;<strong>Custom</strong>&#8221; (Customizado) para configurar o Zapt.In:</p>
<p><a title="View 'Zapt.In no Tweetie do iPhone' on Flickr.com" href="http://www.flickr.com/photos/37022807@N00/4136853550"><img style="float: none;" src="http://farm3.static.flickr.com/2682/4136853550_3571cfeda1_o.png" alt="Zapt.In no Tweetie do iPhone" width="320" height="480" border="0" /></a></p>
<p>Agora é colocar a URL da API do Zapt.In no campo de customização. A URL deve ficar da seguinte forma:</p>
<pre style="font-size: 125%; overflow: auto;">http://zapt.in/api/links/shorten?version=1.0&amp;login=SEU_LOGIN&amp;key=SUA_CHAVE&amp;longUrl=%@</pre>
<p>Não se esqueça de substituir os valores <strong>SEU_LOGIN</strong> e <strong>SUA_CHAVE</strong> pelos valores de sua conta no Zapt.In!!</p>
<p><a title="View 'Zapt.In no Tweetie do iPhone' on Flickr.com" href="http://www.flickr.com/photos/37022807@N00/4136091397"><img style="float: none;" src="http://farm3.static.flickr.com/2555/4136091397_727484cf01_o.png" alt="Zapt.In no Tweetie do iPhone" width="320" height="480" border="0" /></a></p>
<p>Depois de colocar a URL clique no botão &#8220;save&#8221; (salvar) e você estará pronto para usar o Tweetie com o Zapt.In.</p>
<h2>3. Agora é só usar&#8230;</h2>
<p>Digite sua mensagem com uma URL longa que você deseja encurtar. Depois clique no botãozinho que fica no campo da mensagem com a contagem de caracteres:</p>
<p><a title="View 'Zapt.In no Tweetie do iPhone' on Flickr.com" href="http://www.flickr.com/photos/37022807@N00/4136853432"><img style="float: none;" src="http://farm3.static.flickr.com/2660/4136853432_f7427c2648_o.png" alt="Zapt.In no Tweetie do iPhone" width="320" height="480" border="0" /></a></p>
<p>Agora é só clicar no botão &#8220;<strong>Shrink URLs</strong>&#8221; (Comprimir URLs) e as URLs longas de sua mensagem serão magicamente encurtadas pelo Zapt.In:</p>
<p><a title="View 'Zapt.In no Tweetie do iPhone' on Flickr.com" href="http://www.flickr.com/photos/37022807@N00/4136853322"><img style="float: none;" src="http://farm3.static.flickr.com/2698/4136853322_76886d6238_o.png" alt="Zapt.In no Tweetie do iPhone" width="320" height="480" border="0" /></a></p>
<p>Eeeeba&#8230; agora só faltam dois zilhões de outras aplicações suportarem o Zapt.in!!! ;-)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Zapt.In : Entendendo e brincando com os encurtadores de URL</title>
		<link>http://manoellemos.com/2009/11/23/zapt-in-entendendo-e-brincando-com-os-encurtadores-de-url/</link>
		<comments>http://manoellemos.com/2009/11/23/zapt-in-entendendo-e-brincando-com-os-encurtadores-de-url/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 20:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mlemos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entenda como funcionam os encurtadores de URLs e conheça meu novo "pet" projet, o Zapt.In.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quase todo mundo já deve ter esbarrado (e se perguntado sobre o que são) umas URLs estranhas com domínios mais estranhos ainda, como por exemplo: <a href="http://bit.ly/7XC3Lo">bit.ly/7XC3Lo</a>, <a href="http://migre.me/ck3k">migre.me/ck3k</a>, <a href="http://tinyurl.com/yge8jzg">tinyurl.com/yge8jzg</a>, <a href="http://j.mp/7XC3Lo">j.mp/7XC3Lo</a> e <a href="http://zapt.in/k">zapt.in/k</a>. A maior parte do mistério é esclarecida quando clicamos num link destes e somos redirecionados para um outro site. Tratam-se de URLs encurtadas através de algum serviço de encurtamento de URLs (Wikipedia: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/URL_shortening">URL shortening</a>).</p>
<p>Bom, mas pra que precisamos disto. Afinal os browsers evoluíram para aceitar <a href="http://www.pinceladasdaweb.com.br/blog/2008/04/01/curiosidade-qual-o-tamanho-maximo-das-urls/">URLs de tamanhos gigantescos</a> (não existe um consenso quanto ao tamanho máximo de uma URL, mas elas podem passar dos milhares de caracteres na maioria dos browsers e web servers). Na realidade existem várias utilidades para estes encurtadores de URL como facilitar a digitação e a verbalização de URLs (é melhor usar/ditar/digitar uma dezena de caracteres do que milhares de caracteres), permitir que URLs grandes fossem compartilhadas em mensagens SMS (imagine passar a URL toda deste post numa mensagem de texto) ou até mesmo fazer o tracking de clicks/visualizações de um determinado link. Mas a coisa decolou mesmo foi com a popularização do <a href="http://twitter.com/">Twitter</a>, que permite apenas mensagem com no máximo 140 caracteres. Ou seja, qualquer caractere é valioso ao se compartilhar um link em um tweet. Fica claro que na hora de compartilhar aquele link do torrent do Ubuntu 9.10 no Twitter é melhor usar a URL encurtada <a href="http://zapt.in/m">http://zapt.in/m</a> com apenas 16 caracteres do que a original <a href="http://releases.ubuntu.com/9.10/ubuntu-9.10-alternate-i386.iso.torrent">http://releases.ubuntu.com/9.10/ubuntu-9.10-alternate-i386.iso.torrent</a> com 70 (e olha que esta é relativamente curta).</p>
<h2>Mas como funcionam os encurtadores (ou compressores) de URLs?</h2>
<p>Bom, na prática (pelo que vi até o momento), nenhum &#8220;encurtador&#8221; de URL faz realmente a compressão da URL. Entendendo como compressão de dados a utilização de algoritmos como o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/LZW">Lempel-Ziv (LZW &#8211; utilizado no winzip, gzip, etc)</a> ou o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Run-length_encoding">Run Length Encoding (RLE &#8211; utilizado em máquinas de fax)</a>.</p>
<p>O que eles fazem, em geral, é construir uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fun%C3%A7%C3%A3o_bijectiva">função bijetora</a> que leva cada URL longa para uma URL ou chave menor (e vice-versa), tentando minimizar ao máximo o espaço necessário para esta nova URL ou chave. Existem variações quanto aos modelos de funções de mapeamento utilizadas (algumas não sendo de fato bijetoras) e também em como as URLs menores ou chaves são geradas.</p>
<p>Para a geração das chaves, muitas vezes se utiliza um hash único calculado aleatoriamente (para evitar que se possa prever as sequências) ou mesmo uma chave calculada através da transformação de um número sequêncial (cada URL encurtada incrementa a sequência) utilizando uma base de representação maior do que a decimal. A idéia é utilizar menos posições (caracteres) para representar o mesmo número (índice). Por exemplo:</p>
<h3>Número 70015 (setenta mil e quinze) representado em diferentes bases numéricas:</h3>
<ul>
<li><strong>Base 2 (binária)</strong> : <strong>10001000101111111</strong> : 17 caracteres</li>
<li><strong>Base 8 (octal)</strong> : <strong>210577</strong> : 6 caracteres</li>
<li><strong>Base 10 (decimal)</strong> : <strong>70000</strong> : 5 caracteres</li>
<li><strong>Base 16 (hexa-decimal)</strong> : <strong>1117f</strong> : 5 caracteres</li>
<li><strong>Base 32</strong> : <strong>24bv</strong> : 4 caracteres</li>
<li><strong>Base 62</strong> : <strong>IDH</strong> : 3 caracteres</li>
</ul>
<p>Observe que para representar o mesmo número, podemos entre 17 e 3 caracteres (somente com os exemplos de representações utilizados no exemplo).</p>
<p>Me parece que o <a href="http://migre.me">Migre.Me</a> utiliza Base 62 e um índice sequencial de URLs, já o <a href="http://bit.ly">Bit.Ly </a> parece usar Base 62, mas com algum esquema de sequenciamento estranho (talvez ele use algum particionamento do espaço a partir da URL original).</p>
<p>Bom, depois de mapear a URL original para uma encurtada, e armazenar isto num banco de dados, o que o &#8220;encurtador de URLs&#8221; faz é redirecionar um visitante que segue a URL encurtada para a URL original. De preferência os serviços utilizam o redirecionamento do tipo permanente (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/HTTP_301">HTTP 301 &#8211; Permanent Redirect</a>), já que este tipo de redirecionamento preserva as características da página destino para fins de web crawling, SEO, rankings, etc. Digamos que ele é o tipo de redirecionamento mais amigável com os motores de busca.</p>
<p>O interessante é que entre receber a requisição na URL encurtada e redirecionar o visitante para a URL original, o encurtador pode capturar vários tipos de estatísticas para aquele link. Ele pode contar quantas vezes o link foi clicado, qual o tipo de browser que foi utilizado, etc. Isto torna os serviços ainda mais úteis, podendo ser utilizados para medir taxas de conversão de clicks, eficiência de campanhas online, concursos e outros.</p>
<h2>Joia, mas agora vamos falar do Zapt.In&#8230;</h2>
<p>Bom, a idéia do <a href="http://zapt.in">Zapt.In</a> nasceu há alguns meses quando este tipo de serviço começou a explodir pela rede: o Brasil ainda não tinha um encurtador de URL decentes &#8211; Leia-se: o <a href="http://www.jonnyken.com/">Jonny Ken</a> ainda não havia criado o <a href="http://migre.me">Migre.Me</a> ;-), eu trocava várias ideias sobre as possibilidades de um serviço destes associado ao <a href="http://blogblogs.com.br">BlogBlogs</a> e o <a href="http://live.blogblogs.com.br">LiveStream</a> com <a href="http://tecnocracia.com.br">Manoel Netto</a> e eu acabei me esbarrado em alguns domínios interessantes (bem curtos) como foi o caso do <a href="http://zapt.in">ZAPT.IN</a>. Acontece que o tempo passou, muita coisa aconteceu e nunca rolou de fazermos o tal encurtado.</p>
<p>Mas como para tudo chega a sua hora, neste feriado (última semana) aconteceu o alinhamento planetário perfeito: a Isabella passou a semana em Uberaba, as coisas estavam mais tranquilas no trabalho e, no final de semana prolongado, minha mãe e irmã vieram para Sampa e passaram grande parte dos dias caminhando pelos shoppings e ruas do centro (com a Isa que já havia retornado), deixando o viciado em codar (eu mesmo) livre para criar, hehe. Amo muito tudo isto!!!</p>
<p>Bom, ai foi a hora de arregaçar as mangas, abrir o <a href="http://macromates.com">TextMate</a> e começar a codar. Com algumas boas horas de coding e pesquisa consegui colocar a primeira versão (bem tabajara, mas lembrando que &#8216;<a href="http://www.joelonsoftware.com/items/2009/09/23.html">shipping is a feature</a>&#8216;) para rodar na plataforma de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computação_em_nuvem">Cloud Computing </a>da <a href="http://heroku.com">Heroku</a>. Na realidade passei mais tempo estudando algumas coisas (algoritmos, Heroku, Git, etc) do que codando, mas na hora de mandar brasa no &#8220;<a href="http://desciclo.pedia.ws/wiki/Programação_Orientada_a_Gambiarras">POG</a>&#8221; e escrever o <a href="http://zapt.in">Zapt.In</a> a coisa andou bem rapidamente.</p>
<p>É isto, agora o <a href="http://zapt.in">Zapt.In</a> está no ar em versão nem-alpha-ainda. Claro, cheio de bugs, sem logo, sem layout, com poucas funcionalidades e sem a menor preocupação, ainda, com escalabilidade. Mas um dia ele chegará lá, para isto preciso da ajuda de vocês (para usarem, testarem e <a href="http://zaptin.uservoice.com/pages/34413-geral?lang=pt_BR">enviarem suas ideias</a>).</p>
<h2>Tá, mas por que fazer MAIS UM encurtador de URLs?</h2>
<p>Esta é uma boa pergunta. O Brasil já tem o <a href="http://migre.me">Migre.Me</a> e existe <a href="http://code.google.com/p/shortenurl/wiki/URLShorteningServices">mais de uma centena de serviços parecidos por ai</a>. Então por que?</p>
<p>Ué, porque é divertido! ;-) Porque serviços como o <a href="http://blogblogs.com.br">BlogBlogs</a> e vários outros nasceram assim. Porque não?</p>
<p>É isto, depois escreverei alguns posts sobre os desafios, os perrengues e as aventuras de colocar mais uma aplicação no ar. <strong>HeyHo</strong>!!!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Brincando com o Arduino : Led RGB e Display LCD</title>
		<link>http://manoellemos.com/2009/09/26/brincando-com-o-arduino-led-rgb-e-display-lcd/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 21:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mlemos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você gosta de eletrônica, vai amar o Arduino. Conheça esta plataforma "open source" para projetos eletrônicos e aprenda a fazer seus primeiros experimentos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há duas semanas me deu uma vontade de voltar a brincar com hardware. Sei lá, um pouco de nostalgia dos meus tempos de criança em Araguari, desmontando tudo o que passava pela minha frente, e também dos laboratórios de eletrônica da <a href="http://www.fee.unicamp.br/feec2008/index.php">UNICAMP</a>. O que sei é que passei horas namorando os sites sobre o <a href="http://arduino.cc">Arduino</a>, uma plataforma de prototipagem eletrônica open-source, e resolvi brincar com ele também.</p>
<p>Fiz uma compra básica de várias bugingangas na <a href="http://www.sparkfun.com">SparkFun Electronics</a>: dois Arduinos (sim, tenho certeza que queimarei coisas no meio do caminho), <a href="http://www.sparkfun.com/commerce/product_info.php?products_id=112">breadboards</a>, <a href="http://www.sparkfun.com/commerce/product_info.php?products_id=528">leds</a>, <a href="http://www.sparkfun.com/commerce/product_info.php?products_id=9258">resistores</a>, fonte de alimentação, cabos, fios, <a href="http://www.sparkfun.com/commerce/product_info.php?products_id=681">matrizes de leds</a>, <a href="http://www.sparkfun.com/commerce/product_info.php?products_id=9026">shield ethernet</a> e alguns <a href="http://www.sparkfun.com/commerce/categories.php?c=23">sensores</a>. Tudo necessário para várias horas de diversão e vários projetos interessantes. Na realidade, tudo isto foi meu presente de aniversário antecipado (special thanks para a Dona Isabella).</p>
<p>Em três dias tudo já estava em minha casa. Apesar de ter sido apenas minha primeira experiência com a <a href="http://www.sparkfun.com">SparkFun</a>, posso dizer que o serviço foi nota 10, tudo foi enviado com muita rapidez, muito bem embalado e sem nenhum problema no pedido (e olha que eram várias peças diferentes). Um aviso importante é verificar bem os impostos que você deverá pagar, pois trata-se de mercadoria importada (cuidado para não ter surpresas).</p>
<p>Bom, com todo o material em mãos, era hora de fazer o <a href="http://arduino.cc/en/Tutorial/Blink">Hello World</a> do Arduino. Chega a ser frustrante de tão simples. Instale o <a href="http://www.arduino.cc/en/Main/Software">Arduino IDE</a> em seu computador, conectando-o através de um cabo USB e carregue seu primeiro sketch (sketches são os programas do Arduino). O site oficial do Arduino é a melhor fonte de referências para você começar a experimentar com o Arduino (<a href="http://arduino.cc/en/Guide/HomePage">comece aqui</a>). Se você quiser nem precisa usar componentes externos para o Hello World (<a href="http://www.arduino.cc/en/Tutorial/Blink">Led Blinking</a>). No pino 13 do Arduino já existe um LED na placa e você pode controlá-lo com o sketch.</p>
<p>Mas fazer um LED piscar é muito pouco para o Arduino e, por isto, resolvi fazer um projeto um pouco mais complexo. No novo projeto resolvi controlar um LED RGB e usar um display LCD para apresentar os valores de cada componente de cor (Red, Green e Blue) que o LED RGB estivesse apresentando.</p>
<p>Bom, basicamente conectei o display LCD seguindo as instruções do exemplo do site do Arduino (<a href="http://arduino.cc/en/Tutorial/LiquidCrystal">Liquid Crystal Library &#8211; Hello World</a>), mas usando os pinos 12 e 13, ao invés dos pinos 11 e 12. Fiz isto para liberar o pino 11, que é um dos pinos PWM, que usaria para controlar um dos componentes de cor do LED RGB.</p>
<p>Depois conectei cada um dos componentes de cor do LED RGB aos pinos 9, 10 e 11 do Arduino (todos eles são saídas PWM). Ahh, e também coloquei resistores de 220ohms entre cada um dos componentes de cor do led e os pinos do Arduino, de acordo com o que vi no exemplo de entrada e saída analógica (<a href="http://arduino.cc/en/Tutorial/Fading">Analog I/O &#8211; Fading</a>).</p>
<p>Com o circuido devidamente montado, era hora de montar o programa &#8211; sketch &#8211; para que o Arduino fizesse o que eu queria. Fiz um programa bem simples, basicamente um loop que faria o LED RGB variar de cor correndo todo o espectro de cores. Para isto, usei uma função que gerava os valores RGB para uma determinada cor, a partir dos valores HSB (Hue, Saturation &amp; Brightness). Encontrei esta função &#8211; <a href="http://www.arduino.cc/cgi-bin/yabb2/YaBB.pl?num=1235225449/13#13">HSBtoRGB</a> &#8211; no fórum do site do Arduino. A cada iteração do loop, onde o valor de Hue varia entre 0 e 255, programei o Arduino para imprimir no display LCD duas linhas de informações: na primeira o valor do Hue, e na segunda os valores de RGB equivalentes.</p>
<p>O resultado foi o seguinte:</p>
<p><object width="700" height="441" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/MEhkI07q2yM&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="700" height="441" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/MEhkI07q2yM&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>O código do Sketch está aqui:</p>
<pre lang="c">/*
	Led RGB e Display LCD : HSB loop

	Makes an RGB led to loop on all colors and displays
	the RGB values into an LCD display. The color loop
	is achieved varying the Hue value from 0 to 255 and
	converting the HSB value into RGB values.

	The circuit:
		* LCD RS pin to digital pin 13
		* LCD Enable pin to digital pin 12
		* LCD D4 pin to digital pin 5
		* LCD D5 pin to digital pin 4
		* LCD D6 pin to digital pin 3
		* LCD D7 pin to digital pin 2
		* 10K resistor:
		* ends to +5V and ground
		* wiper to LCD VO pin (pin 3)

		* RGB Led Red pin to PWM pin 9
		* RGB Led Green pin to PWM pin 10
		* RGB Led Blue pin to PWM pin 11
		* RGB Led GND pin to GND
		* 220 resistors:
		* on each led's color pin

	Based on the Arduino Liquid Crystal tutorial and
	the HSBtoRGB function from Paul V. (Arduino Forum).
		* http://www.arduino.cc/en/Tutorial/LiquidCrystal
		* http://www.arduino.cc/cgi-bin/yabb2/YaBB.pl?num=1235225449/13#13

	By Manoel Lemos

http://manoellemos.com/category/arduino

*/

// include the library code:
#include

// initialize the library with the numbers of the interface pins
LiquidCrystal lcd(13, 12, 5, 4, 3, 2);

int rPin = 9;    // Led Red pin connected to PWM pin 9
int gPin = 10;   // Led Green pin connected to PWM pin 10
int bPin = 11;   // Led Blue pin connected to PWM pin 11
unsigned int r, g, b; // RGB values from the HSBtoRGB function
char rS[5], gS[5], bS[5], hS[5]; // RGB &amp; Hue values as strings
int hue; // Hue value

void setup() {
	// set up the Arduino pins as PWM
	pinMode(gPin, OUTPUT);
	pinMode(bPin, OUTPUT);

	// set up the LCD's number of rows and columns:
	lcd.begin(16, 2);
}

void loop() {
	for(int hue = 0; hue &lt;= 255; hue = hue + 4){

		// calculate the RGB values for the current Hue value
		HSBToRGB( hue, 255, 255, &amp;r, &amp;g, &amp;b );

		// set the RGB Led to the calculated RGB values
		analogWrite(rPin, r);
		analogWrite(gPin, g);
		analogWrite(bPin, b);

		// convert the RGB and Hue values to strings
		itoa(hue,hS,10);
		itoa((int) r, rS, 10);
		itoa((int) g, gS, 10);
		itoa((int) b, bS, 10);

		// print the data on the display
		lcd.setCursor(0,0);
		lcd.print("Hue: ");
		lcd.print(hS);
		lcd.print("               ");
		lcd.setCursor(0,1);
		lcd.print("RGB: ");
		lcd.print(rS);
		lcd.print(",");
		lcd.print(gS);
		lcd.print(",");
		lcd.print(bS);
		lcd.print("          ");

		// wait
		delay(50);
	}
}

void HSBToRGB( unsigned int inHue, unsigned int inSaturation, unsigned int inBrightness, unsigned int *oR, unsigned int *oG, unsigned int *oB )
{
	if( inSaturation == 0 )
	{
		// achromatic (grey)
		*oR = *oG = *oB = inBrightness;
	}
	else
	{
		unsigned int scaledHue = (inHue * 6);
		unsigned int sector = scaledHue &gt;&gt; 8; // sector 0 to 5 around the color wheel
		unsigned int offsetInSector = scaledHue - (sector &lt;&lt; 8);	// position within the sector
		unsigned int p = (inBrightness * ( 255 - inSaturation )) &gt;&gt; 8;
		unsigned int q = (inBrightness * ( 255 - ((inSaturation * offsetInSector) &gt;&gt; 8) )) &gt;&gt; 8;
		unsigned int t = (inBrightness * ( 255 - ((inSaturation * ( 255 - offsetInSector )) &gt;&gt; 8) )) &gt;&gt; 8;

		switch( sector ) {
			case 0:
				*oR = inBrightness;
				*oG = t;
				*oB = p;
			break;
			case 1:
				*oR = q;
				*oG = inBrightness;
				*oB = p;
			break;
			case 2:
				*oR = p;
				*oG = inBrightness;
				*oB = t;
			break;
			case 3:
				*oR = p;
				*oG = q;
				*oB = inBrightness;
			break;
			case 4:
				*oR = t;
				*oG = p;
				*oB = inBrightness;
			break;
			default:		// case 5:
				*oR = inBrightness;
				*oG = p;
				*oB = q;
			break;
		}
	}
}</pre>
]]></content:encoded>
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		<title>Não nasci para blogar</title>
		<link>http://manoellemos.com/2009/09/12/nao-nasci-para-blogar/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 04:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mlemos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[blogblogs]]></category>
		<category><![CDATA[blogging]]></category>
		<category><![CDATA[fail]]></category>

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		<description><![CDATA[Preciso confessar e desabafar, sou um blogueiro mequetrefe e não nasci para blogar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, eu tento, tento, mas não consigo me organizar e engajar para escrever algo decente aqui no blog. O pior é que tenho vontade de compartilhar um montão de experiências legais que tenho vivido nos últimos anos, mas quando tento encarar o <a href="http://www.red-sweater.com/marsedit/">Mars Edit</a> para escrever algo, logo me deparo com novas idéias em minha cabeça e em minutos estou codando programando mais um pouco ou viajando em algum tipo de informação pela rede. Acaba que a nova idéia ou assunto de pesquisa fica tão excitante que o que eu antes cogitava escrever torna-se sem graça e enfadonho.</p>
<p>A coisa é até irônica. Às vezes me chamam para participar de algum evento como um &#8220;blogueiro de sucesso&#8221;. Um dia ao lado do <a href="http://www.interney.net/">Edney</a>, outro ao lado da <a href="http://mtv.uol.com.br/marimoon/blog">MariMoon</a> e outro do <a href="http://www.naozero.com.br/">Juliano Spyer</a>. Chega a ser constrangedor, pois tenho que me apresentar já me desculpando por ser um &#8220;blogueiro mequetrefe&#8221;.</p>
<p>Mas no último feriado acho que a ironia chegou a seu limite máximo. Meu cunhado, um professor de direito, advogado, promotor, escritor, super inteligente, que se considera um &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Muggle">muggle</a>&#8221; da Internet e que há até pouco tempo atrás (meses) tinha um desktop bem surrado em casa conectado à rede através de um modem de linha discada que não passava dos 33.6Kbps, me pediu para ajudá-lo a criar um blog. O Machado viu o <a href="http://blogblogs.com.br">BlogBlogs</a> nascer, me escutou explicar o que eram os blogs e a blogosfera várias vezes e sempre achou tudo muito interessante, mas nunca me passou pela cabeça que ele iria, algum dia, criar um blog. Bom, mas ele insistiu, estava lá em casa com um notebook novinho, modem 3G e todo animado para começar o seu blog. Baixei o <a href="http://mu.wordpress.org/">WordPress MU</a>, instalei num de meus servidores, criei o blog e expliquei como se faz para criar um post e para aprovar comentários. É um blog engraçado, com template padrão do WordPress, sem links nos posts, mas já deu para ver que temos um novo blogueiro no pedaço. Se passaram apenas alguns dias e já temos no <a href="http://blogs.lemos.net/machado">Blog do Machado</a> mais posts que fui capaz de escrever em um ano ou mais.</p>
<p>Com isto concluo que não nasci para blogar, mas talvez para codar um pouco e ajudar outras pessoas mais talentosas a compartilharem suas idéias com o mundo através da Internet. Continuarei tentando, só que agora sem peso na consciência. HeyHo!!!</p>
]]></content:encoded>
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