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	<title>Manoel Lemos .Com &#187; Software</title>
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		<title>Contextualizando : Tendências em Aplicações Sociais para 2009</title>
		<link>http://manoellemos.com/2009/03/12/contextualizando-tendencias-em-aplicacoes-sociais-para-2009/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 02:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há alguns vários dias publiquei um post com a apresentação que fiz no Campus Party sobre Tendências em Aplicações Sociais para 2009. No mesmo post...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há <span style="text-decoration: line-through;">alguns</span> vários dias publiquei um post com a apresentação que fiz no <a href="http://www.campus-party.com.br/">Campus Party</a> sobre <a href="http://manoellemos.com/2009/01/24/tendencias-em-aplicacoes-sociais-para-2009-campus-party-2009/">Tendências em Aplicações Sociais para 2009</a>. No mesmo post comentei que escreveria alguns novos posts sobre o assunto e este é o primeiro deles.</p>
<p>PS:. Também desisti de ficar revisando o post e protelando a publicação. Então, fica o convite, se você encontrar algum erro ou mesmo alguma idéia ou conceito equivocado, me avise que farei o possível para corrigir o artigo. A idéia é deixar um trabalho que possar ser uma boa referêncie para o assunto.</p>
<h2>O que são as aplicações sociais</h2>
<p>Antes de falar das tendências, é preciso que entender o que são aplicações sociais e em que contexto elas se encontram no momento atual. Por definição, aplicações sociais (<em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Social_software">social software</a></em>, ou <em>social applications</em>) são todas as aplicações, sistemas e serviços que permitem que usuários (pessoas) interajam entre si e troquem informações. O verbete da Wikipedia que descreve <em>social software</em> também chama a atenção para o fato da maioria destes serviços compartilharem características comuns como oferecem <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/API">APIs</a> (<em>application programming interfaces</em>) abertas, design orientado a serviços e a capacidade de se fazer o upload de dados e mídia. Alguns destes serviços acabaram ficando muito famosos como é o caso do <a href="http://orkut.com/">Orkut</a>, o <a href="http://facebook.com/">FaceBook</a>, o <a href="http://twitter.com/">Twitter</a>, o <a href="http://youtube.com/">YouTube</a> e também &#8211; porque não? &#8211; alguns serviços nacionais como o <a href="http://blogblogs.com.br/">BlogBlogs</a> e o <a href="http://videolog.com.br/">VideoLog</a>.</p>
<h2>A infra-estrutura da nova web</h2>
<p>Recentemente as Redes Sociais emergiram como uma grande novidade ou até mesmo como as <em>killer applications</em> da Internet, mas discordo desta visão e acredito que redes sociais são muito mais features (ou funcionalidades) do que produtos. Para mim elas são apenas um nova camada da infra-estrutura da nova web, a camada social. Podemos entender a web atual sendo composta por três camadas: a) a primeira camada (começando da mais profunda para a mais superficial inspirado pelo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/OSI_model">modelo OSI</a>) é a camada física que começou a ser construída <a href="http://www.isoc.org/internet/history/brief.shtml#Origins">em meádos da década de sessenta</a> quando o foco era conectar todos os pontos do planeta através de cabos metálicos e fibras ópticas; depois temos b) a camada lógica que se consolidou com o surgimento do protocolo HTTP e constitui o conjunto de protocolos de identificação e endereçamento de nós da rede; e do roteamento e troca de mensagens pela rede. Finalmente temos c) a camada social, que traz os usuários para o cenário. Esta camada é o conjunto de conceitos, padrões e serviços que permitem a interação entre os usuários e a troca de informação entre eles. Estamos falando de mecanismos de troca de mensagens, modelos de dados para o armazenamento das relações entre pessoas (grafo social ou <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Social_network">social graph</a>), mecanismos de identificação e autenticação de usuários; e todos os outros que se consolidaram com a popularização das redes sociais.</p>
<p>É sobre estas três camadas da infra-estrutura da nova web que as aplicações sociais aparecem com sua maior força. Utilizando os serviços oferecidos pela camadas inferiores as aplicações oferecem serviços específicos para os usuários entregando valor (funcionalidade e utilidade) para os mesmos. Assim, um serviço de compartilhamento de fotos como o <a href="http://flickr.com/">Flickr</a> utiliza recursos básicos das camadas inferiores para transformar o ato de armazenar e distribuir imagens numa aplicação social. Seus usuários podem, então, subir (upload) suas fotos, enviá-las para seus amigos, montar grupos de interesse, trocar mensagens, avaliar as imagens e muito mais. Por outro lado as funcionalidades de enviar mensagens, montar grupos e avaliar itens não teriam sentido sem a especificidade criada em torno das fotos no Flickr. Ou seja, a aplicação agrega valor na medida que dá um fim (objetivo) para os features utilizados das camadas de infra-estrutura. Por fim, como as aplicações sociais normalmente oferecem APIs abertas, outras aplicações mais complexas podem ser criadas utilizando-se da infra-estrutura e também dos diversos serviços oferecidos por outras aplicações. Um desenvolvedor pode, então, utilizar a API do <a href="http://twitter.com/">Twitter</a> e a API do Flickr para montar um novo serviço de disseminação informal e espontâneo de fotos e mensagens como o <a href="http://snaptweet.com/">SnapTweet</a>.</p>
<p>Assim, as redes sociais são, em última instância, plataformas que implementam e disponibilizam a camada social da infra-estrutura da nova web, onde veremos, cada vez mais, novas aplicações serem construídas e disponibilizadas. Um exemplo claro é o que está acontecendo com o <a href="http://code.google.com/apis/opensocial/">OpenSocial</a> no Orkut e as <a href="http://developers.facebook.com/">aplicações do FaceBook</a>. É na camada das aplicações que reside o maior valor e as maiores inovações. O restante é infra-estrutura, uma nova <em>commodity</em> com pouca inovação e valor reduzido no novo contexto da web social.</p>
<h2>O cenário atual</h2>
<p>Se por um lado estas aplicações se tornaram super frequentes e um sucesso de popularidade, por outro isto é parte do problema que enfrentamos no momento. A diversidade de aplicações e as constantes pressões para que façamos, sempre, parte de todas elas gera uma situação enfrentada por quase todas as pessoas que estão profundamente envolvidas e conectadas na rede: a saturação por informações (<em>content overload</em>, ou <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Information_overload">information overload</a></em>). Além da saturação por informações o contexto atual também é marcado por uma série de fatores que ajudam a definir o ambiente para que nossas tendências façam sentido. Entre eles podemos destacar: <strong>a)</strong> a crise internacional, que traz pressões financeiras para todos os mercados; <strong>b)</strong> a escassez de capital para novos empreendimentos consequente da crise; <strong>c)</strong> a <a href="http://money.cnn.com/2008/04/11/technology/facebook_sandberg.fortune/index.htm?postversion=2008041213">decepção com os modelos de publicidade</a> super direcionada beseados em informações demográficas imprecisas ou falsas nas redes sociais; <strong>d)</strong> a consagração dos <a href="http://www.techcrunchit.com/2008/06/26/the-new-datastream-aggregators-friendfeed-and-standards/">agregadores de conteúdo</a>, da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing">inteligência coletiva</a> e das <a href="http://www.techcrunch.com/2008/10/15/federated-media-unleashes-the-conversation-as-an-ad/">conversações</a> on-line como uma mídia; <strong>e)</strong> a <a href="http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&amp;id_conteudo=10491">popularização das redes móveis 3G</a> e o surgimento de inúmeros e sofisticados dispositivos móveis conectados como o <a href="http://www.apple.com/iphone/">iPhone</a> e a plataforma <a href="http://code.google.com/android/">Android</a>; <strong>f)</strong> o início da consolidação dos serviços de computação sob demanda em larga escala (<em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cloud_computing">cloud computing</a></em>, ou computação das nuvens); <strong>g)</strong> a popularização dos <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_widget">widgets</a> e, por fim, <strong>h)</strong> a preocupação com aspectos de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/DataPortability">portabilidade de dados</a> (especialmente os pessoais) e as discussões sobre <a href="http://gigaom.com/2008/01/08/a-privacy-manifesto-for-the-web-20-era/">privacidade e segurança destas informações</a>.</p>
<p>Pronto, agora que o contexto está entendido, estou quase pronto para falar das tendências. Antes, quero deixar claro que este material é fruto de minha avaliação (e imaginação) pessoal do cenário e de várias horas de pesquisa realizadas na Internet. Não tenho bola de cristal e, como todo exercício de futorologia, os riscos são bem altos, especialmente na Internet.</p>
<h1>Vamos às tendências</h1>
<p>As tendências que abordei em minha apresentação foram:</p>
<ul>
<li> Descoberta (<em>Discovery</em>)</li>
<li> Mídias Sociais e Computação das Núvens (<em>Social Media &amp; Cloud Computing</em>)</li>
<li> Mídias Sociais e Mobilidade (<em>Social Media &amp; Mobility</em>)</li>
<li> Conteúdo e Seviços Super Locais (<em>Hyper-Local Content &amp; Services</em>)</li>
<li> Widgetização e Des-sitelização* (<em>Widgetization</em>)</li>
</ul>
<p>* Este termo foi &#8216;roubado&#8217; de uma apresentação do <a href="http://clickaqui.agenciaclick.com.br/profile/kingskemsley">Abel Reis</a> da <a>Agência Click</a>.</p>
<p>Nos próximos posts tratarei individualmente de cada uma destas tendências.</p>
<p>Abraços e até o próximo post!!!</p>
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		<title>Dia 2 &#8211; The WebCo Way no Campus Party 2009</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 03:14:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Campus Party 2009 está simplesmente animal. Palestras e conversas para todos os tipos de geeks. De fotografia a vídeo digital, de desenvolvimento a robótica,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a title="Campus Party 2009" href="http://www.campus-party.com.br/" target="_blank">Campus Party 2009</a> está simplesmente animal. Palestras e conversas para todos os tipos de geeks. De fotografia a vídeo digital, de desenvolvimento a robótica, o que não falto é conteúdo interessante para os campuseiros. Uma das áreas que acho bem legal do Campus Party é a área de <a title="Desenvolvimento no Campus Party 2009" href="http://www.campus-party.com.br/index.php/desenvolvimento.html" target="_blank">Desenvolvimento</a>, focada em temas sobre desenvolvimento de software. Ali são apresentadas novas técnicas de programação, frameworks de desenvolvimento e as mais variadas ferramentas. Hoje, passando por ali, bati um papo rápido com o organizador da área e perguntei se eles teriam algum espaço na agenda para uma palestra sobre como estamos fazendo software na <a title="WebCo Internet" href="http://webcointernet.com/" target="_blank">WebCo Internet</a> (a empresa que desenvolve o <a title="BlogBlogs" href="http://blogblogs.com.br/" target="_blank">BlogBlogs</a> e o <a title="Brasigo" href="http://brasigo.com.br/" target="_blank">Brasigo</a>). Para minha surpresa o organizador (do qual, infelizmente, não sei o nome, mas agradeço muitíssimo) foi super simpático e conseguiu um espaço no horário do almoço. Foi duro competir com o almoço dos campuseiros, mas aproveitei a oportunidade e compartilhei com a audiência um pouco de como estamos fazendo software na WebCo. Falei de nossas preocupações com escalabilidade e de como isto foi crucial para o sucesso do BlogBlogs; e também falei um pouco sobre como estamos aplicando metodologias ágeis e engenharia de software para escrever nossas aplicações de maneira mais eficiente e prazerosa. Foi muito legal, pois apesar de não termos tido tempo de divulgar a apresentação (usamos apenas o <a title="Twitter do Manoel Lemos" href="http://twitter.com/mlemos" target="_blank">Twitter</a> para divulgar), haviam várias pessoas interessadas que assistiram a palestra e fizeram várias perguntas interessantes sobre o assunto. Já compartilhei a apresentação no <a title="The WebCo Way : Apresentação feita no Campus Party 2009" href="http://www.slideshare.net/mlemos/webco-way-cparty-2009-presentation" target="_blank">SlideShare</a> e você pode vê-la aqui mesmo.</p>
<p>* <em>As estatísticas da apresentação estão bem defasadas, pois não tive tempo de preparar a apresentação e usei alguns slides bem antigos para fazê-la. </em></p>
<div id="__ss_938270" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="WebCo Way CParty 2009" href="http://www.slideshare.net/mlemos/webco-way-cparty-2009-presentation?type=powerpoint">WebCo Way CParty 2009</a><object width="425" height="355" data="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=webcowaycparty200920090121key-1232559890637472-3&amp;stripped_title=webco-way-cparty-2009-presentation" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=webcowaycparty200920090121key-1232559890637472-3&amp;stripped_title=webco-way-cparty-2009-presentation" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> or <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/upload?type=powerpoint">upload</a> your own. (tags: <a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/webco">webco</a> <a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/blogblogs">blogblogs</a>)</div>
</div>
<p>Como o Campus Party tem uma agenda muito dinâmica, uma boa maneira de saber das modificações e novidades de última hora é acompanhar o <a title="LiveStream do Campus Party 2009" href="http://live.blogblogs.com.br/" target="_blank">LiveStream do Campus Party</a> que agrega em um único lucar tudo que rola sobre o Campus Party (com a tag <strong>#cparty</strong>) em vários serviços e redes sociais (incluíndo blogs, twitter, flickr, youtube, videolog, gengibre e pinfotos).</p>
<p>Vejo vocês no Campus Party!!!</p>
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		<title>Programar é um esporte coletivo. Pronto, o Stroustrup falou!</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Dec 2008 01:33:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos últimos 15 anos de minha vida venho trabalhando cada vez mais com o desenvolvimento de software, na maior parte das vezes indiretamente (já que...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos 15 anos de minha vida venho trabalhando cada vez mais com o desenvolvimento de software, na maior parte das vezes indiretamente (já que não fui programador profissional) e, algumas vezes, diretamente, em alguns projetos pessoais (como foi o caso dos 2 primeiros anos do BlogBlogs). Neste longo período, pude vivenciar evoluções interessantes na indústria de software: a popularização das linguagens orientadas a objeto, a esperança nas ferramentas CASE, a evolução rápida de JAVA, a emergência de UML como a maneira de se modelar e especificar software, os métodos planejados de desenvolvimento (Unified Proccess, RUP, etc) e, mais recentemente, a popularização das linguagens dinâmicas e dos métodos ágeis (XP, SCRUM, etc). E claro, tudo isto seguido da tradicional devoção (muitas vezes cega) de alguns dos grandes usuários de cada uma destas tecnologias, ferramentas ou metodologias.</p>
<p>Porém, acho que uma das coisas mais significativas que está acontecendo na indústria é a socialização do &#8220;como&#8221; fazer software. E não estou falando apenas de colaboração, que já vimos todo o seu poder na comunidade OpenSource, mas de aspectos mais mundanos e presentes no dia-a-dia do desenvolvimento. Sim, desenvolver software está se tornando uma atividade cada vez mais social e a geração de programadores que sacou isto está tomando uma dianteira indiscutível. Eles não são mais os antigos programadores do estereótipo clássico: obesos, anti-sociais e brilhantes. Eles são descolados, adoram conversar, interagem em todos os níveis e gostam muito do que fazem e desenvolvem aplicações complexas de maneira ágil, objetiva e pragmática.</p>
<p>Recentemente tenho tido o privilégio de vivenciar um ambiente onde este tipo de desenvolvimento está acontecendo. E isto não quer dizer que problemas não existam, mas sim que eles são atacados de maneira mais humana e social. Um membro da equipe desmotivado ou chateado é sim um problema da equipe toda e não é em super-técnicos que a coisa se sustenta, mas sim no trabalho em equipe. Nestes últimos 10 meses, uma situação me chamou muito a atenção: ver membros da equipe produzindo loucamente enquanto desenvolviam várias outras atividades paralelas, como jogar xadrez online. Incrível, centenas de linhas código fluindo naturalmente, discussões de arquitetura e design acontecendo no sofá ou no vídeo-game e o xadrez rolando, quase que como uma malha entre membros do grupo.</p>
<p>Claro, isto depende de skills sociais, não só para garantir a interação social, mas principalmente para permitir enxergar além de pequenas questões mundanas do dia-a-dia. Sim, humildade e maturidade são skills sociais importantes. Sem elas fica difícil escutar e, mais difícil ainda, aprender mais (principalmente com os outros) e crescer. Mais legal ainda é ver que este tipo de coisa é contagiante e todos que estão em volta acabam, de um modo ou de outro, tocados por esta situação. A gente, normalmente, aprende por exemplos ou por bater em superfícies bem sólidas, hehe. Mas o ponto é que a coisa começa a se propagar e já é possível ver outros membros sacando que ser um bom desenvolvedor exige muito mais do que dominar uma linguagem, uma técnica, um framework ou um conjunto de bibliotecas. Bingo!!! Kudos!!! E parabéns a todos (isto é uma piada interna).</p>
<p>É isto, a era do esporte coletivo de desenvolvimento de software chegou. E quem disse isto foi ninguém menos do que um dos grandes desenvolvedores que a humanidade conheceu, que concebeu e implementou a linguagem de programação C++, <a href="http://www.research.att.com/~bs/">Bjarne Stroustrup</a>. Recentemente Stroustrup deu uma <a href="http://itmanagement.earthweb.com/features/article.php/3789981">entrevista polêmica sobre como educar melhores desenvolvedores de software</a>, onde ele fala exatamente desta nova era.</p>
<blockquote><p>Programming is part of software development. It doesn’t matter how fancy your code is unless it solves the right problem and you can explain it to others. So, brush up on your communication skills. Learn to listen, to ask good questions, to write clearly, and to present clearly. <strong>Serious programming is a team sport, brush up on your social skills.</strong> The sloppy fat geek computer genius semi-buried in a pile of pizza boxes and cola cans is a mythical creature, best buried deep, never to be seen again. <small>Por <a>Bjarne Stroustrup</a></small></p></blockquote>
<p>A citação acima foi retirada desta entrevista, mas me foi enviada por um dos Jedis da equipe da <a href="http://webcointernet.com/">WebCo</a>. Ela fala por si só e acho que o post acaba por aqui.</p>
<p>Que 2009 seja um ano de muito papo, muita cerveja e muito software!!!</p>
<p>Hey Ho!!!!</p>
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